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14.9.06<$BlogDateHeaderDate$>

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Fugas
Gabriel Silveira
Descería do andar oito até o primeiro, da empresa de polímeros até a empresa em que trabalhava, e resolveu buscar as escadas, cruzando as garagens abarrotadas de carros. Mesmo no ambiente grisalho, o ar lhe pareceu mais limpo, mais cômodo e foi ali, desde que bateu o cartão pela manhã, que catou um bocado de tranqüilidade. Aproveitando cada segundo, absorvendo ao máximo cada movimento, se viu pisando paso por paso, sentido cada uma das nuances do concreto sendo impressas na sola do sapato. Como se não bastasse, riu. Mas não riu tanto da alegria que lhe brotava e sim de encontrar nas escadas a calmaría, na calmaría uma fuga e só então lhe veio a certeza de que tinha pego a saída de emergência.

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